A gente joga junto: o que aprendemos ao ouvir pessoas no Parque Ibirapuera

    Publicado em 15 de junho de 2026por
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    A gente joga junto: o que aprendemos ao ouvir pessoas no Parque Ibirapuera

    No último sábado (13/06), enquanto o Brasil fazia sua estreia na Copa do Mundo de 2026, nosso time decidiu entrar em campo de um jeito diferente: fomos ao Parque Ibirapuera, em São Paulo, para conversar com pessoas, apresentar a Aora e entender como elas enxergam a experiência de buscar terapia online.

    O objetivo não era vender. Era ouvir.

    Assim como no esporte, acreditamos que ninguém vence sozinho. E, como toda seleção tem seus jogadores, comissão técnica, torcida e estratégia, uma plataforma de saúde mental também precisa ser construída junto das pessoas que ela deseja servir.

    Foi com esse espírito que o fundador da Aora, João Paulo Palomo, a investidora da marca Flávia Palomo, a CMO Cássia Aulísio e o desenvolvedor Ihury Kewin passaram parte do sábado conversando diretamente com o público.

    Sem apresentações formais. Sem roteiros engessados. Sem intermediários. Apenas escuta genuína.

    Escolhemos o Parque do Ibirapuera como espaço de encontro, já que ele reúne diariamente pessoas com histórias, rotinas e necessidades muito diferentes. Encontramos corredores treinando para provas, atletas amadores, famílias passeando, casais, grupos de amigos, pessoas caminhando sozinhas e muitos paulistanos aproveitando um dos espaços mais emblemáticos da cidade.

    Essa diversidade tornou a ação ainda mais rica. Ao apresentar a plataforma e convidar as pessoas a navegarem pelo site da Aora, conseguimos observar reações, esclarecer dúvidas e entender melhor como diferentes perfis percebem a jornada de busca por apoio psicológico.

    Ouvindo para melhorar

    Uma das perguntas que mais fizemos durante a ação foi: "o que poderia tornar essa experiência mais simples para você?"

    A resposta variou de pessoa para pessoa. Algumas trouxeram sugestões sobre navegação. Outras falaram sobre a importância da confiança na escolha de um terapeuta. Muitas compartilharam dúvidas sobre como funciona a terapia online e sobre o que esperar da primeira sessão.

    Esses aprendizados são valiosos porque mostram algo que nenhum relatório consegue capturar sozinho: como as pessoas realmente se sentem.

    Tecnologia precisa conversar com a vida real

    A Aora nasceu para unir tecnologia e acolhimento, facilitando o acesso à psicoterapia de qualidade. Nossa proposta é oferecer um ambiente digital seguro, prático e acolhedor que conecte pessoas a psicólogos qualificados.

    Mas sabemos que nenhuma experiência digital se torna verdadeiramente relevante sem escutar quem a utiliza. Por isso, ouvir pacientes, futuros usuários e psicólogos faz parte da nossa rotina. Não encaramos os feedbacks como críticas. Para nós, são oportunidades de evolução.

    A Aora está prestes a completar quatro meses de operação.

    Essa ação foi estratégica, pois em junho nos aproximamos de um marco especial: a realização da nossa centésima sessão de terapia com match realizado dentro da plataforma.

    Mais do que números, esses atendimentos representam pessoas que decidiram investir em sua saúde emocional. Representam psicólogos que confiaram na nossa proposta. Representam uma comunidade que está sendo construída pouco a pouco.

    Aprender rápido, corrigir rápido, avançar juntos. Esse é o nosso lema. Por isso, queremos continuar ouvindo, aprendendo e ajustando.

    A gente joga junto. Com pacientes. Com psicólogos. Com parceiros. Com a comunidade que apoia a saúde mental.

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    Sobre a Aora

    A Aora é uma plataforma de saúde mental que une tecnologia e acolhimento para facilitar o acesso à psicoterapia de qualidade. Por meio de um sistema inteligente de matching, conecta pacientes a psicólogos qualificados em uma experiência digital simples, humana e segura.

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    Aviso ético

    A Aora atua como plataforma de intermediação entre pacientes e psicólogos independentes. Os conteúdos publicados em nossos canais possuem caráter educativo e informativo e não substituem avaliação, diagnóstico ou acompanhamento profissional individualizado.