Política de Privacidade

    Como a AORA coleta, usa, compartilha e protege seus dados.

    Última atualização: 22 de outubro de 2026.

    Esta Política explica o que a AORA faz com os dados pessoais de quem usa a plataforma — pacientes, psicólogos e profissionais independentes, e colaboradores de empresas clientes. Vale para o site aoraterapia.com.br, para o aplicativo AORA e para as sessões realizadas na plataforma.

    Terapia envolve dados sobre saúde, que a LGPD classifica como dado pessoal sensível e protege de forma mais estrita. Esta Política diz, em cada ponto, o que isso significa na prática.

    Quem é responsável pelos seus dados

    A AORA é a controladora dos dados tratados na plataforma, com uma exceção descrita na seção “Aora Empresas”: quando sua empresa contrata a AORA, ela também é controladora dos dados dos próprios colaboradores.

    Para exercer qualquer direito previsto nesta Política, falar com o encarregado pelo tratamento de dados pessoais ou tirar dúvidas sobre privacidade, escreva para suporte@aoraterapia.com.br. Respondemos em até 15 dias.

    Dados que tratamos

    O que coletamos depende de quem você é na plataforma.

    • De todo mundo: nome, e-mail, telefone, foto de perfil, dados de acesso e registros de uso (páginas visitadas, ações realizadas, endereço IP e dados do dispositivo).
    • De pacientes: o que você conta no cadastro sobre o que busca na terapia, seu histórico de sessões e agendamentos, as mensagens trocadas com seu psicólogo, as avaliações que você faz das sessões e os dados de cobrança.
    • De psicólogos e profissionais independentes: número e situação do CRP, dados profissionais e de formação, dados bancários para repasse, contratos aceitos e notas fiscais emitidas.
    • De colaboradores de empresas clientes, informados pela própria empresa: nome, e-mail, número de celular, CPF, departamento, nível hierárquico (Direção, Liderança ou Operação) e situação no quadro (ativo, afastado ou desligado). Nem todo dado é obrigatório, mas quem é cadastrado sem e-mail precisa ter CPF e celular. O CPF não é guardado por extenso — dele guardamos apenas um código irreversível, usado para confirmar que é você ao ativar o benefício e para identificar o seu cadastro quando a empresa atualiza a lista de colaboradores ou procura alguém pelo CPF. Veja a seção “Aora Empresas”.
    • De quem visita as páginas de divulgação do site (endereços que começam com /lp): sem nome nem e-mail, registramos de onde veio a visita, o aparelho, o tempo em que a página ficou à vista, até onde foi rolada, quais partes foram lidas e quais botões foram tocados, com um identificador aleatório guardado no seu navegador e apagado em até 13 meses. Se você envia o formulário de contato, ligamos esse registro ao seu contato, para sabermos qual divulgação funciona. A base legal é o legítimo interesse (melhoria do serviço).

    Dados sensíveis de saúde

    O que você escreve sobre sua saúde mental, o conteúdo das mensagens com seu psicólogo, o fato de você ter sessões marcadas e as respostas das pesquisas de risco psicossocial são dados pessoais sensíveis, nos termos do art. 11 da LGPD.

    A base legal para o atendimento é a tutela da saúde, em procedimento realizado por profissionais de saúde sujeitos a sigilo profissional (art. 11, II, “f”, da LGPD). Além dela, você manifesta consentimento ao aceitar esta Política no cadastro, e pode retirá-lo a qualquer momento — o efeito é o encerramento do serviço, porque não há como intermediar terapia sem esses dados.

    As sessões por vídeo não são gravadas pela AORA. O áudio e o vídeo trafegam em tempo real e não ficam armazenados na plataforma.

    Não usamos dados de saúde para publicidade, nem os compartilhamos com anunciantes, seguradoras ou empregadores.

    Por que tratamos cada dado (bases legais)

    Cada tratamento tem uma base legal da LGPD por trás:

    • Execução do contrato: criar e manter sua conta, agendar e realizar sessões, cobrar e repassar pagamentos.
    • Consentimento específico: dados de saúde, conforme a seção acima, e comunicações de marketing, que você pode cancelar a qualquer momento.
    • Tutela da saúde: o atendimento em si, prestado por profissionais de saúde sujeitos a sigilo profissional.
    • Obrigação legal ou regulatória: emissão de notas fiscais, guarda de registros fiscais e contábeis, resposta a ordem judicial ou de autoridade competente.
    • Legítimo interesse: segurança da plataforma, prevenção a fraude e melhoria dos serviços — no limite do que você razoavelmente espera, e nunca sobre dados de saúde.

    Aora Empresas

    Quando sua empresa contrata a AORA, ela nos envia seu nome, seu e-mail e, quando informados, seu CPF e seu celular (obrigatórios para quem não tem e-mail), seu departamento e seu nível hierárquico, para que possamos convidá-lo a responder uma pesquisa sobre riscos psicossociais no trabalho. Responder é voluntário.

    A empresa não vê quem respondeu: vê só quantas pessoas foram convidadas e quantas já responderam. Esses números, sozinhos, podem dizer algo sobre você — se ninguém respondeu, por exemplo. Além disso, a pesquisa encerra sozinha quando todos os convidados ativos (os que não foram afastados nem desligados durante a pesquisa) já responderam, e a empresa vê que esse foi o motivo do encerramento: nesse caso, ela fica sabendo que cada um deles respondeu. Nesse mesmo caso, ela também pode deduzir quantos dos colaboradores afastados ou desligados durante a pesquisa tinham respondido antes do afastamento ou do desligamento — e, se foi um só, se ele respondeu.

    A AORA registra, para cada convite, se o link foi usado e a hora em que isso aconteceu, sem os minutos — nunca o que foi respondido. Esse registro liga o convite a você e é apagado passados 30 dias do prazo final da pesquisa.

    Seu nome, seus dados de contato, seu departamento e seu nível hierárquico são tratados para que a empresa cumpra a obrigação de identificar e gerenciar riscos psicossociais no trabalho (NR-1). Nesse tratamento, a empresa é a controladora e a AORA atua como operadora.

    Se a sua empresa também contratou sessões de terapia, ela nos informa o seu CPF para que possamos confirmar que é você quem está ativando o benefício — junto com um link enviado ao seu e-mail corporativo ou, se você foi cadastrado sem e-mail, por SMS. O convite para ativar o benefício de terapia é enviado por e-mail; quem foi cadastrado sem e-mail o recebe por SMS, no celular informado pela empresa, com o remetente AORA. A mensagem traz o link de ativação e o nome da empresa — nunca o seu nome — e a ativação continua exigindo o seu CPF. Não guardamos o CPF por extenso: dele fica apenas um código irreversível, que serve para comparar e não para recuperar o número. A sua empresa não é avisada de que você ativou.

    Se você foi cadastrado sem e-mail, o convite para a pesquisa chega por SMS, no celular informado pela empresa, com o remetente AORA. A mensagem traz o link da pesquisa, o prazo e, quando cabe, o nome da empresa — nunca o seu nome. Para cada pesquisa, o celular é usado só para enviar o convite e, no máximo, um lembrete. O convite do benefício de terapia, descrito acima, chega pelo mesmo caminho. Quem tem e-mail recebe os convites por e-mail.

    As respostas são anônimas por construção: não guardamos nenhum vínculo entre a resposta e quem a enviou — nem identificador, nem endereço IP, nem dado do navegador. Nem a AORA nem a sua empresa conseguem recuperar quem respondeu o quê.

    A empresa pode enviar a pesquisa a todos os colaboradores ativos ou escolher o público por um único critério: departamentos ou níveis hierárquicos, nunca os dois. Quando escolhe um critério, o resultado só é separado por ele. Em qualquer caso, o resultado nunca cruza departamento com nível hierárquico. Quem está afastado ou desligado não recebe pesquisa.

    Os resultados da pesquisa que a empresa vê são apenas agregados, publicados uma única vez ao fim da pesquisa e somente se houver um número mínimo de respostas. Departamentos ou níveis com respostas de menos são agrupados, para que o próprio recorte não identifique alguém.

    Na empresa, os resultados, os riscos diagnosticados e o relatório da pesquisa só são vistos pelas pessoas autorizadas da empresa — aquelas a quem a empresa deu acesso ao painel do Aora Empresas —, cada uma apenas no que tem permissão para ver.

    Respostas que indicam risco grave — por exemplo, relato de assédio — geram um risco diagnosticado para as pessoas autorizadas da empresa, com a categoria do risco. O departamento só aparece no risco diagnosticado quando aquele departamento tem respostas suficientes, e nunca numa pesquisa enviada por nível hierárquico; o nível hierárquico não aparece no risco diagnosticado. A empresa não vê a data da resposta: a AORA registra apenas a semana em que ela chegou, para acompanhamento. Esse risco diagnosticado aparece para a empresa ainda durante a pesquisa: pouco depois da resposta ou, se a pesquisa ainda não tiver o número mínimo de respostas, assim que o atingir. Por isso, mesmo sem ver a data, quem acompanha o painel pode perceber quando ele surgiu. O risco diagnosticado nunca diz quem respondeu. Ainda assim, em grupos pequenos ele reduz o conjunto de pessoas possíveis: é uma limitação real do formato, e você deve levá-la em conta ao responder.

    Ao fim da pesquisa, a média de um domínio ou de uma pergunta que passa do limite definido na ferramenta também gera um risco diagnosticado. Esse risco diagnosticado é calculado sobre o conjunto das respostas e não traz departamento nem nível hierárquico.

    Se você usar os vouchers de terapia pagos pela empresa, ela não recebe seu histórico clínico, nem quem é seu psicólogo, nem o conteúdo das sessões — apenas quantos vouchers foram utilizados.

    Com quem compartilhamos

    Não vendemos seus dados. Compartilhamos apenas com quem é necessário para a plataforma funcionar, sempre limitado ao que cada um precisa:

    • Seu psicólogo, no que é necessário para o atendimento.
    • Supabase e Vercel — hospedagem, banco de dados e infraestrutura.
    • Pagar.me — processamento de pagamentos. Os dados do seu cartão vão direto para a Pagar.me; a AORA não armazena número de cartão.
    • Agora — transmissão de áudio e vídeo das sessões, em tempo real e sem gravação.
    • Zenvia — envio de SMS e e-mails da plataforma; Meta (WhatsApp Cloud API) — mensagens por WhatsApp; Expo — notificações push.
    • InfoSimples — verificação do CRP dos psicólogos; C6 Bank — repasses aos profissionais; Spedy — emissão de notas fiscais.
    • Google (Google Tag Manager e medição de audiência) — estatísticas de uso do site.
    • Autoridades públicas, quando houver ordem judicial ou obrigação legal.

    Transferência internacional

    Parte desses fornecedores processa dados fora do Brasil. Nesses casos, a transferência ocorre com base no art. 33 da LGPD, por meio de cláusulas contratuais de proteção de dados firmadas com cada fornecedor. Você pode pedir a lista atualizada pelo suporte@aoraterapia.com.br.

    Por quanto tempo guardamos

    Mantemos seus dados enquanto sua conta existir e pelo prazo necessário para cumprir obrigações legais.

    Ao excluir sua conta, seus dados pessoais são apagados após 30 dias — nesse período, o pedido ainda pode ser revertido pelo suporte. Alguns registros permanecem sem vínculo com você, pelo prazo exigido por lei: histórico de sessões e pagamentos, compras e notas fiscais, e o aceite dos Termos de Uso como prova de consentimento.

    As respostas das pesquisas do Aora Empresas não são apagadas junto com a conta, porque nunca estiveram ligadas a ela — não existe caminho para localizá-las.

    Seus direitos

    O art. 18 da LGPD garante a você, a qualquer momento e gratuitamente:

    • Confirmar que tratamos seus dados e acessar o que temos sobre você.
    • Corrigir dados incompletos, inexatos ou desatualizados.
    • Pedir anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários ou tratados fora da lei.
    • Pedir a portabilidade dos seus dados a outro fornecedor.
    • Saber com quem compartilhamos seus dados.
    • Retirar o consentimento e saber o que acontece se você não consentir.
    • Opor-se a tratamento feito com base em legítimo interesse.

    Segurança

    Os dados trafegam criptografados e o acesso interno é restrito a quem precisa dele para trabalhar. O banco de dados aplica regras de acesso por linha, de modo que cada conta só alcança os próprios registros.

    Nenhum sistema é imune a incidentes. Se ocorrer um incidente de segurança com risco relevante aos seus direitos, comunicaremos você e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, conforme o art. 48 da LGPD.

    Cookies

    Usamos cookies necessários para manter sua sessão conectada e cookies de medição de audiência e publicidade. Os que não são necessários ficam desligados até você aceitar, no banner que aparece no primeiro acesso, e você pode rever essa escolha quando quiser pelo botão “Preferências de cookies”, no rodapé. Bloquear os necessários pelo navegador impede o login. A relação completa está na Política de Cookies.

    Nas páginas de divulgação (endereços que começam com /lp) usamos também o Microsoft Clarity, que grava a navegação — movimentos, cliques e rolagem — para melhorarmos a página. Os campos de formulário são mascarados, e a ferramenta não funciona nas áreas logadas. Enquanto o banner de cookies estiver desligado, ela roda nessas páginas sem depender de aceite, com base no legítimo interesse (melhoria do serviço); com o banner ligado, só carrega depois do seu aceite de cookies analíticos.

    Mudanças nesta Política

    Se mudarmos esta Política de forma relevante, avisaremos pela plataforma antes de a mudança passar a valer. A data no topo indica a última atualização.